Governador Silvestre Péricles : Enigma mal decifrado

29.03.1896 -29.03.1996

Um século depois, o Governador Silvestre Péricles continua um enigma mal decifrado : temido e odiado por uns tantos, mas também lembrado e admirado por outros tantos, fato, de resto, com o qual os historiadores estão habituados quando, entre indícios e convicções tentam reconstruir os eventos e seus personagens mais proeminentes.

Seus contemporâneos, sobre ele, escreveram quando os estrépitos dos entreveros políticos do seu governo mal haviam esfriado, e as emoções influíam nos seus escritos. Uns, companheiros de governo, salvando o que podiam do governador, mas também se descomprometendo com alguns atos de Sua Excelência. Outros, os adversários, plasmando a sua figura folclórica do "homem-irado", numa sociedade oligárquica que se debatia pela divisão do poder após a Revolução de 30, fato que se prolongou até o final dos anos 50 com a tragédia de Mata Grande, plenamente evitável caso as providência para o pedido de tropas federais houvessem sido feitas com pelo menos 30 dias de antecedência e não apenas com 13 dias, dificultando o trabalho dos Tribunais Eleitorais, pois segundo o Ministério do Exército o pedido somente ali chegou a 30 de setembro, às 13 horas, sábado, e a ordem que chegou a Maceió, para o 20BC, às 3.54 horas do próprio dia 3, somente permitindo que as tropas chegassem àquela cidade por volta das 10 horas, com a tragédia já consumada. Mata Grande, portanto, foi o ponto culminante para o quase-final do Ciclo dos Góis Monteiro, não fosse ainda o fato de Silvestre Péricles haver sido eleito pelo povo para Senador da República, agora insatisfeitos com o governo Arnon de Mello, com a interveniência do novo governador, Muniz Falcão, e lá, no Senado, culminar uma tragédia com seu antigo adversário e desafeto político, o também eleito senador Arnon de Mello, causando a morte do senador Cairala, encerrando, agora sim, a passagem da sua família pela vida política brasileira.

I- A família

a ) origem

Tinha ancestrais em Pernambuco, e aqui se estabeleceu miscigenando-se com outras famílias alagoanas. Com a queda do Arraial do Bom Jesus, 1635, muitas famílias abandonaram Pernambuco.

José Cavalcante de Albuquerque, descendente dos Arcoverde, tradicional família pernambucana, já estava em Alagoas por volta de 1817, casado com D. Luisa Cavalcante, morando no Engenho Santa Rosa do Flamenguinha. Seu filho, Manoel de Albuquerque Cavalcante, então seminarista em Olinda, envolveu-se com os ravolucionários de 1817. Para não ter o mesmo destino do Padre Roma, condenado à morte, veio para o engenho do pai. O Ouvidor Batalha teria dito para o seu pai: "Entregue-lhe a cabeça à força..." Mas seu vizinho, coronel Ambrósio Machado da Cunha lhe aconselhara: " Melhor cortejar o tempo..."

Mesmo temeroso o velho coronel José Cavalcante continuou escondendo o filho, até que Sebastião Melo Póvoas, neto do Marquês de Pombal, foi nomeado Presidente da Província, o que permitiu a Manoel de Albuquerque Cavalcanti voltar para o Seminário de Olinda, dali saindo para se casar com a filha do coronel Ambrósio, Ana Rosa Machado de Freitas, mulher de muito vigor e características de Matriarca, mais tarde conhecida como "Mamãe Loló", e dada a atos de audácia quando se tratava de defender seus familiares...

Entre os filhos do casal, destaca-se Ana Rosa, que casou com Manoel Cesar Bezerra de Góis, filho do dono do Engenho São Miguel ; E Joaquim Cavalcante, que estudava medicina na Bélgica, poeta boêmio que fundou a cidade de São Luiz do Quitunde.

Entre os filhos de Manoel Cesar Bezerra de Góis e Ana Rosa, destaca-se Constança Cavalcanti de Góis, que se casará com o Dr. Pedro Monteiro, médico sanitarista, dando origem, então, à família Góis Monteiro, com os seguintes filhos: Silvestre Péricles de Góis Monteiro, Pedro Aurélio de Góis Monteiro, Edgar de Góis Monteiro, Ismar de Góis Monteiro, Rosita de Góis Monteiro, Cícero de Góis Monteiro, Manoel Cesar de Góis Monteiro e Edgar de Góis Monteiro. Cícero de Góis Monteiro morreu na Revolução Constitucionalista de 32. Manoel Cesar foi senador.

b) dualidade

A família Góis Monteiro apresenta a seguinte dualidade : a parte materna, Góis, é de origem aristocrática rural; e a parte paterna, Monteiro, é de origem da classe média urbana.

c) etapas históricas

Passou por três etapas distintas ao longo da sua atividade histórica: primeiramente pertenceu a uma aristocracia rural plasmada no engenho e na usina de açúcar ; em seguida por uma aristocracia militar, com um general e vários coronéis do Exército, plasmados na disciplina e no rigor militares ; e finalmente a uma aristocracia política, com senadores e um governador de Estado (Silvestre Péricles), que operou dentro do espaço histórico de 30 até 50, com destaque em todos os eventos através da figura do general Pedro Aurélio de Góis Monteiro ( que poderia ter sido o terceiro marechal alagoano), homem forte, envolvido tanto com a deposição como a ascensão de Presidentes da República.

II- Generalidades sobre Silvestre

a) Os títulos:

Governador de Estado, Ministro do Tribunal Superior do Trabalho, Auditor de Guerra e Senador da República.

b) A obra administrativa

O Serviço de Águas e Esgotos de Maceió ; Açudagem em épocas de secas ; direta interferência na federalização da Faculdade de Direito ; cessão do Hospital Santa Leopoldina para apoio à Faculdade de Medicina, cujo prédio pertencente ao antigo Batalhão de Caçadores do Exército foi obtido por Ismar de Góis Monteiro ; ampliação da rede estadual de ensino público ;decretos que privilegiavam as indústrias locais em detrimento das estrangeiras : decretos que proibiam funcionários públicos "indicados" ganharem mais que os concursados : fundação da Rádio Difusora; recusa-se a dispensar dívidas de usineiros com o erário, muitas vezes votadas na Assembléia; criação do Corpo de Bombeiros, etc...etc.

c) a obra política

Permanente conflito com a Assembléia Legislativa do Estado, inclusive com a prisão de deputados, sobretudo os deputados comunistas, além de outros da UDN e PSD. Conflitos com o Tribunal de Justiça do Estado. Ameaçado de "empeachment ", mandou cercar a Assembléia por forças policiais, provocando pânico. Constantes vetos a aumento de salários dos deputados. Empastelamento do jornal "O Diário", do líder da UDN, Melo Mota. Centralizador de decisões políticas. Acusado de não haver composto um bom secretariado e ouvir figuras inexpressivas que receberam o codinome pejorativo de "gafanhotos". Confundiu a luta contra os comunistas como sendo a mesma coisa que a luta contra as oligarquias, favorecendo as oligarquias com as quais estava em choque, não conseguindo avaliar e estancar as manobras udenistas que tanto se aliaram aos comunistas em horas propícias, como a Ismar e Edgar de Góis Monteiro em horas de graves confrontos. Passados os anos, o que sobrou do Ciclo Góis Monteiro é o seguinte: as antigas oligarquias derrotadas em 30 se reuniram na UDN, esgotada em tentativas de golpes de Estado e derrotas eleitorais, mas ressuscitada na ARENA, e agora solidificada no PFL ; os comunistas afastados da cena política pelo Presidente Dutra, mas ressuscitados pela Constituição de 1988, e novamente derrotados pela Queda do Muro de Berlim e o fim da experiência socialista soviética, de natureza político-partidária, é bom se diga, limitando-se, no momento, à mera luta de sobrevivência político-parlamentar e, finalmente, os Góis Monteiro sumidos do cenário político pela carência e também pela não qualificação em tempo hábil de herdeiros políticos, tanto legítimos como adotivos.

d) o poeta

Escreveu o livro "No tempo das rimas", prefaciado por Menotti Del Picchia. Foi poeta parnasiano. Ora bucólico, quando falava da sua terra e do Engenho Guindaste. Poeta marcial quando falava de temas sociais, talvez em atenção ao seu poeta preferido, Castro Alves. Ou partia para o coloquial-sentimental ( conteúdo) quando falava da mãe, a Matriarca D. Constança, falando da ruína dos anos e comparando as suas rugas com estrelas. De uma vez segredou sobre um amor que esperava numa noite perfumada de setembro, que poderia não chegar, temerosa da chama que ele ofertava, tão tênue que poderia fazê-la se perder pela estrada. E poeta adolescente, a imaginar que se vinha ao mundo do sono obscuro para o sonho lindo, fazendo-nos lembrar de Oscar Wilde, em "De Profundis", quando escreveu " É errôneo supor que os que são causa ou pretexto duma grande tragédia tenham sentimentos adequadamente trágicos". E mesmo de Thomas Mann, em "José e seus irmãos", quando afirmava "A vida de homens que são o ponto de partida para novas histórias, raramente ou nunca pode ser uma benção simples, indubitável"

Silvestre Péricles foi membro da Academia Alagoana de Letras Ainda escreveu "Justiça Militar em Tempo de Guerra", por haver sido auditor de guerra durante o processo de punição dos vencidos em 32, da Revolução Constitucionalista de 32, liderada pelos paulistas, também derrotados pelo general Pedro Aurélio de Góis Monteiro.

d) a herança histórica

A do quase-louco, a ponto de sua figura de estadista haver sido esquecida por conta do seu temperamento político explosivo, culminado na tragédia de Mata Grande, com vitimas fatais da família Malta ( também com divisões políticas internas), que tinha o apoio dos senadores Ismar e Edgar de Góis Monteiro, na mais grave cisão familiar ocorrida em Alagoas, quando a luta pelo poder político atingiu seu ponto crítico. Até hoje as oligarquias alagoanas não manifestaram sentimentos de profunda gratidão aos senadores Ismar e Edgar de Góis Monteiro - seus grandes aliados. Além do mais, acusaram o governador de haver "emporcalhado" a casa dos desembargadores, e o próprio Palácio Governamental antes de abandonar o poder. Mas a estátua de D. Constança também haveria de ser "emporcalhada" num ato que ainda não definiu os seus autores, deixando as seguintes interrogações : Por que a estátua do general Góis Monteiro, na Praça do Centenário, foi poupada ? Por se tratar de um general do exército e tal implicar numa ofensa de conseqüências imprevisíveis ?

e) os restos mortais

Estão na Igreja de São Benedito, transladados pelo Governador Divaldo Suruagy, em homenagem ao fato dele haver sido governador de Estado.

A teologização e militarização do processo político alagoano da era Góis Monteiro

O processo político alagoano, ao tempo dos Góis Monteiro no poder, foi tanto teologizado quanto militarizado : teologizado quando o Senador Ismar de Góis Monteiro, caçula da família e ao lado das oposições haver afirmado que " O demônio ( seu mano Silvestre ) anda à solta em Alagoas", reforçado pelo deputado Medeiros Neto quando afirmou " Só Deus resolverá o caso alagoano " ; e militarizado quando o general Góis Monteiro decidia, no Ministério da Guerra, o destino inclusive de Presidentes da República, e aqui em Alagoas a UDN mudava a sede do seu partido para a residência particular do general Mário de Carvalho Lima, então coronel, e os aviões de guerra (caças militares da FAB) sobrevoaram o Palácio Governamental em vôos rasantes, de extrema hostilidade, provavelmente com a ordem do brigadeiro Eduardo Gomes, candidato à presidência da Repúlica, numa das suas vindas à Maceió e, finalmente, quando o novo governador, Arnon de Mello chegou num avião militar para tomar posse, trazendo com ele José Lins do Rego que, na sua saudação ao povo alagoano, imputou ao general Góis Monteiro toda a culpa da tragédia política alagoana, sequer citando o nome do Governador Silvestre Péricles, tornando Arnon de Mello "O Libertador" como a dar os primeiros passos para um episódio que ficaria submerso, no futuro.

A Política de São Patriotismo

O pano de fundo para as lutas entre as oligarquias, embora tendo outros fatores, o mais importante deles foi o seguinte:

Getúlio Vargas, saído da Revolução de 30 sem uma ideologia mais imediata que não fosse o simples projeto moralista de conter os abusos da República Velha, logo se defrontou com as velhas oligarquias por vezes apodadas de republicanos de última hora, numerosas e poderosas, e algumas com mentalidade monarquista. Assim, compreendendo que seria impossível governar sem apoio daquelas oligarquias começou a realizar manobras de reaproximação. A primeira conseqüência, em Alagoas, foi a indicação de Osmar Loureiro para uma interventoria, lastreada numa política que o general Góis Monteiro houve que suportar e até rubricar, com o nome de "Política de São Patriotismo", cuja finalidade era apaziguar a família alagoana, e política à qual o então apenas Auditor de Guerra Silvestre Péricles jamais aderiu, desconfiado da boa fé política das oligarquias alagoanas com as quais estava em choque, chamando-as de "Os carcomidos de 30" ( os derrotados na Revolução de 30, por Getúlio Vargas e o seu chefe do movimento militar, general Pedro Aurélio de Góis Monteiro), provavelmente, com tais palavras, dando a partida para as futuras divisões familiares entre os Góis Monteiro.

As Oligarquias alagoanas derrotadas em 30

Mais preparadas, sobretudo composta por advogados e escritores e usineiros, souberam manejar com as todas forças que se opunham à Revolução de 30, e mais adiante ao Estado Novo, inclusive com as forças comunistas, sempre em conflito com Getúlio, e os integralistas. Tanto que, em Alagoas, tivemos uma Frente Udeno-comunista, para o espanto das categorias sociais mais conservadoras, particularmente a Igreja Católica. Outrossim, melhor se vincularam aos intelectuais que faziam sucesso no Rio de Janeiro, alguns dos quais aderiram ao modernismo da Semana de Arte de 22, e fato que lhes rendeu apoios importantíssimos.

Algumas considerações teóricas

"Toda história é a história toda", segundo Jean-Paul Sartre, e não apenas alguns dos seus segmentos. Desvendar um segmento da História, portanto, não é desvendar toda a História.

Desde Giambattista Vico, pensador italiano, a idade da civilização estava dividida entre Idade Divina, Idade Heróica e Idade Humana. Na primeira o homem relacionava tudo com as forças da natureza. Na segunda, com o heroísmo de alguns homens, particularmente o pater-família. Na última o homem, gerador da sua própria história, era o instrumento mais eficaz para entender a história das sociedades humanas, impedido que estava de desvendar todos os mistérios da Criação.

Com Jules Michelet, que deu à França a sua história, até então confusa e baseada nos atos dos heróis, dos mitos, o homem assumiu a condição de centro dos acontecimentos.

Com Karl Marx o homem melhor compreendeu e passou a analisar as relações sociais de produção e de troca, podendo projetar um destino para a sociedade humana.

No livro "Teoria da História do Brasil", de José Honório Rodrigues, encontramos as regras de Mabillon, pensador francês, ali inseridas, e extraídas do livro de Alexandre Herculano, "Solemnia Verba", e vale a pena examinarmos as de números:

Jean Mabillon

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

 

Jean Mabillon chamado também Dom Mabillon (Saint-Pierremont, Champagne, França, 23 de novembro de 1632 - Saint Germain des Prés, 27 de dezembro de 1707) foi um monge beneditino, erudito e historiador francês considerado o fundador da paleografia e da diplomática, disciplinas auxiliares da história.Destacamos apenas algumas das suas regras básica para um bom historiador. ao todo são 08 (oito) regras. Podem ser copiadas na Enciclopédia Wikipédia ou, então, no livro de José HonórioRodrigues, Teoria da História do Brasil

1 - Aquilo em que sobretudo devemos acautelar-nos no estudo da história é em evitar todos esses vícios em que é fácil cair; em não admitir por verdadeiro o que é falso, e em não nos deixarmos dominar pelas afeições particulares dos historiadores...

3 - Segue-se daqui que não se deve confiar demasiado naqueles fatos sobre que escritores rigorosamente contemporâneos, ou quase contemporâneos guardaram silêncio...

5 - Não se deve proscrever qualquer autor por um ou outro defeito de paixão ou alucinação, pela rudeza do estilo, ou por outra imperfeição própria da natureza humana, com tanto que seja sincero e pontual no resto...

Karl Marx tinha uma visão sobre o passado, quando afirmava: "A tragédia de todas as gerações mortas oprime como um pesadelo ( íncubo ) o cérebro dos vivos". A obra de William Shakespeare tem também o conteúdo, mais das vezes de que os mortos governam os vivos.

Sob o peso de lamentar tragédias que terminaram por ceifar o que de mais precioso existe, vidas humanas, historiadores, entretanto, não devem aceitar que por uma tragédia coletiva responda apenas um único homem. Cabe-lhes, portanto, a obrigação histórica de pesquisarem e catalogarem indícios negligenciados e convicções omitidas, tornando-os referências para as futuras reavaliações que apaixonarão nossos pósteros, quando precisarem reescrever a História, conforme o enunciado de Friedrich Hegel, pensador alemão, quando afirmava: "A história não é o reino da felicidade. As horas de felicidade são suas páginas vazias"

Estamos muito longe de um esclarecimento completo sobre o Ciclo dos Góis Monteiro, em Alagoas. As pesquisas são muito poucas. O tema ainda assusta. O silêncio tem sido quase sagrado. "As Mensagens de Governo", do Governador Silvestre Péricles ; Romeu de Avelar com "General Góis: o comandante de um destino"; Clódio Rodrigues com "O Sorriso do Tempo"; Antonio Góis com "Sangue"; Mello Motta com "Retrato de Uma Época" ; Mário de Carvalho Lima, com "Sururu Apimentado"; Carlos de Gusmão, com "Boca da Grota" e, finalmente, Luiz Nogueira Barros, com "A Solidão dos Espaços Políticos", tentativa de unificar maior parte dos eventos, não tornaram completo e definitivo, muito menos, um ciclo político de 20 anos que está a exigir maiores esclarecimentos.

Homens não passam de substantivos marcados pela glória ou pela tragédia dos adjetivos, tanto que existem loucos, filósofos, poetas, literatos, santos, heróis, guerreiros, reis, imperadores, déspotas, etc...

Mas a história sempre reservou para cada um, passados os anos, uma revisão. A imagem pura e simples de louco, que pretenderam para o Governador Silvestre, está a merecer uma revisão. Esqueceram-se de que ele foi algo mais em sua vida pública, em sua administração e em sua produção cultural e jurídica.

O Jornal. 17.03.96

Obs: alguns adendos, como a chegada de Arnon de Mello em avião militar para a sua posse, o vôo dos aviões militares da FAB, caças, sobre o Palácio Governamental, o pedido das forças federais e o fato de o Governador Silvestre Péricles não perdoar dívidas de usineiros e haver criado o Corpo de Bombeiros, aqui colocados, ocorreram após a composição de "O Jornal", quando nada mais pude fazer. Não saíram, portanto, por esquecimento, quando produzi a matéria inicial. Aliás, saliento a profunda boa vontade e paciência do jornal, ao publicar tão extensa matéria.

 Matéria lida na sessão ordinária do IHGAL

Publicada no livro Do Sertão ao Litoral, do autor

Maceió,17.03.96

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