Diogo Antonio Feijó, diante da Côrte Portuguesa, como Deputado na Assembléia Portuguesa que desejava votar uma Constituição que obrigaria o Príncipe a assiná-la e fazer o Brasill submergir numa imensa dependência, atrasando-lhe os passos para a nossa Independência. O padre Antonio Vieira, quando dirigia a política externa de Portugal, havia sido partidário do abandono do Nordeste do Brasil, favorecendo a Holanda, até a margem esquerda do Rio São Francisco, ao propor o famoso " papel forte", ao rei D.João !V.
Feijó, com seu discurso, fez o prefácio da
Independência e não assinou a desejada Constituição. Na verdade, seu discurso é
um prefácio à Independância do Brasil O mais seria feito por D. Pedro I, às
margens do Riacho Ipyranga. Antonio Feijo ainda afirmaria: ¨Só obrigado,
violentado, arrastado, jurarei a Constituição portiuguesa".( Eugênio Egas, loc.cit.,
Documentos, p.16), e traâncrito no livro de Alfredo Ellis Junior, na
página 60.
O discurso, no Parlamento Português, Câmada de Deputados.(Do livro "Feijó e a primeira metade do SéculoXIX, de Alfredo Ellis Junior, Ed. Brasiliana, volume 189).