Luiz Nogueira Barros
   
   
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GUERRA




21/11/2009 - 20h53min

Batalha de Tóquio


Fonte: Luiz Nogueira (pesquisa)

- Ensaio para o Apocalípse -



O fanatismo. O romantismo nacionalista. A monarquia milenar. Os suicídios militares. O batismo atômico. E finalmente a sua preparação como posto avançado do capitalismo, na retaguarda da União Soviética, enquanto Stalin delirava no coração da Europa...

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1 - A batalha de Okinawa terminou a 2 de julho.

2 - Moutbatten celebra em Rangum a conquista da Birmânia e empreende a da Malásia.

3 - Em Bornéu e nas Filipinas as tropas japonesas são sistematicamente derrotadas, exterminadas. A 3a esquadra acaba com os couraçados nipônicos ISE, HARUNA e HUYGA; os porta-aviões AMAGI, KATSURAGI e RUYHO; os cruzadores TONE, AOBA, OYODO, IWETTE,IZUMO e SETTSU. E perde apenas o contratorpedeiro de escolta de nome UNDERHILL.

4 - A 14 de maio NAGOIA está em chamas.

5 - A 16 de maio TÓQUIO está em chamas. No dia seguinte as B-29 incendeiam o centro da cidade e destroem o Palácio Imperial.

6 - IOCOAMA, até então poupada, dois dias após Tóquio é incendiada e a população simplesmente foge, sem nada poder fazer.

7 - A 1 de junho é a vez de OSACA .TÓQUIO outra vez, depois COBE. Os "reides" incluem 5OO B-29 com 3.OOO ton. de bombas incendiárias, escoltadas por caças P-51, que não encontrando adversários para combate metralham a multidão.

8 - No fim de julho todas as cidades supra-citadas estão com um índice de destruição que vão de 45 a 65%

9 - Os principais alvos industriais estão destruídos.

1O - As cidades secundárias são objeto de um programa especial de destruição.E muitas são incendiadas numa proporção de 6O a 8O%, como é o caso de Fucuoca, ou então de Tsuruga. A destruição de Toiama chegou a 95%. A Destruição destas cidades leva ? morte algo em torno de um milhão de habitantes. Apesar da fome a propaganda japonesa continua apoiada no raciocínio de que são um povo de 1OO milhões de habitantes, e invencíveis, portanto. E mais: que serão os vencedores da guerra.

A 2 dois de julho Stimsom insiste que Truman deve dirigir uma intimação ao Japão para se render. Grew, que tinha sido embaixador no Japão, insiste para fazer chegar aos japoneses a certeza de que a rendição não acabaria com o "trono imperial"

Em Potsdam estuda-se uma solução para o Japão:

Prepara-se um texto que assegure ao Japão a condição de escolher a forma de governo. A fórmula encontrada : This may include a constitutional monarchy under the present dinasty (isto pode compreender uma monarquia constitucional sob a atual dinastia).

1- A soberania nipônica será tolerada apenas para as quatro ilhas metropolitanas:Hocaido, Honxu, Xicocu,e Quiuxiú.

2 - As conquistas japonesas desde o imperador Meiji estão perdidas.

3 - Tropas japonesas serão repatriadas, e as indústrias necessárias ? vida nacional terão permanência garantida.

4 - Participação japonesa no comércio mundial.

Tais decisões não são comunicadas aos russos, uma vez que eles não estavam em estado de beligerância com o Japão, conforme o acertado em Ialta, para dois ou três meses após a derrota da Alemanha. Mas os russos demonstram indignação e não desejam o fim rápido da luta no Pacífico, que acreditam se prolongará até 1946, propiciando-lhes intensa participação, com perpectivas de participarem da ocupação. Desejam a abolição de Hiroito e o fim da dinastia inperial japonesa, conforme havia acontecido em 17, na Rússia.

A 26 de julho a proclamação aliada é divulgada, ao mesmo tempo em que a carcaça de uma bomba atômica é colocada a bordo do navio Indianapólis, e chega ? ilha de Tiniã. Sua carga explosiva é de urânio (ainda não testado), como o plutônio, em Alamogordo. Uma parte vai no próprio Indianapólis. Mas a parte para lhe completar a massa crítica chega a bordo de um avião C-54, em Honolulu, onde houve dificuldade com as autoridades da base aérea. Washington resolve a dificuldade.

Diante da proclamação aliada o governo japonês se divide.

O almirante Togo observa:

1- A linguagem com o Japão contrasta com a brutalidade dos termos ditados ? Alemanha.

2- Mantido o termo a capitulação incondicional está abandonada.

3- A luta deveria cessar para evitar-se a destruição total do Japão.

Obs: o embaixador Sato não havia conseguido falar com Stalin, nem com Molotov, para uma acolhida ao Príncipe Konoye, numa tentativa de restabelecer a paz

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Mas o romantismo nacional se rebela e seu chefe é o Ministro da Guerra, General Anami, que sustenta: " Os Estados Unidos, de resto, não estão preparados para pagar o aterrador preço de sangue que lhes custaria uma invasão. Amolecerão ainda, concordarão com condições mais favoráveis, se continuarmos a opor-lhes as resoluções do desespero".

A 29 de julho o Japão responde, através da agência de notícias Domei:

1 - O governo imperial ignora o ultimato.

2 - Ignorar não significa repelir.

Obs:os americanos ficam irritados e consideram o fato uma provocação.

Da ilha de Tiniã chega um despacho:

"As B-29 da Air Force estão prontas para a missão".

O comandante da aviação estratégica, Spaatz, recusa-se a matar talvez "1OO mil pessoas mediante simples ordem verbal". Exige ordem por escrito, que lhe chega, assinada apenas pelo secretário da Guerra, Stimsom, e pelo General Marshall, ainda uma ordem preparatória, faltando a do chefe das forças armadas, Harry Trumam, o presidente dos Estrados Unidos, sucessor de Roosevelt.

A Bomba Atômica: A B-29 Enola Gay

Kiigata sai da lista de objetivos. Hiroshima continua sendo o primeiro objetivo, seguida de Kokura e Nagasáki. As B-29 rastreiam os objetivos. A que levará a bomba atômica receberá o nome de Enola Gay, uma homenagem ? mãe do seu comandante,Tibbets. Outra irá lotada de cientistas. A bomba mede 3.5 mts de comprimento por 1.5 mts de diâmetro, pesando 4.5 toneladas. A montagem é concluida durante o vôo, pelo Capitão de Mar-e-Guerra William Parson, e regulada para detonar a 6OO metros de altura do solo. Ainda não se sabe se a B-29 terá tempo de fugir da explosão sem que não seja desintegrada.

O General Mac-Arthur ainda desconhece o "Projeto Manhattan". O General Spaatz viaja a Manila, para avisá-lo. Ele recebe a notícia sem se abalar, embora isso o prive das glórias no Pacífico, numa hora cruciante da guerra.

A ordem de execução foi dada a 5 de agosto, por Truman, e chegou ao 5O9º Grupamento da Air Force no dia 6. Da ilha de Tiniã partem três B-29. O Enola Gay sai 3O minutos depois, levando Parson e mais dois técnicos. O vôo, noturno, apresenta-se sem anormalidades. Por volta das 6.4O horas o avião pula da altura de cruzeiro, 2.745 mts, para 9.15O mts. Outra B-29, de nome Straight Flush, avisa que o ceu está limpo, sobre Hiroshima. Às 8 horas e 11minutos a Enola Gay está sobre Hiroxima, para o batismo atômico

8hs. 3ms 3Oss : O Coronel Tibbets dá a ordem ao Major Tom Ferebee :"Agora".

8hs-15ms-17ss : a bomba deixa o paiol.

Obs: começa a contagerm regressiva para a explosão: dentro de 45 segundos. A B-29 dá um salto para o ceu,atingindo 19 mil metros de altura.

Repete-se Alamogordo:" Um clarão prodigioso brota do coração da matéria...Depois um imenso cogumelo incandescente eleva-se e expande-se no ceu".

Truman está no Cruzador Augusta. A conferência de Potsdam havia firmado um desacordo histórico entre Estados Unidos e União Soviética. A ordem da bomba havia sido dada ali, do navio onde Truman se encontrava, no dia anterior.A descrição de Raimond Cartier e a seguinte: " Truman aguardava o resultado ouvindo a orquestra de bordo, espreguiçando-se, e participando do almoço com a tripulação, como bom demagogo". Seu ajudante chegou com a notícia: " Results clear cut sucessful in all respects.Visible effets greater in any test".(Resultados precisos bem sucedidos sob todos os aspectos. Efeitos visíveis maiores do que quaisquer testes).

Truman dirá, para os soldados: " Rapazes, nós lhe atiramos no coco um tijolo equivalente a 2O mil toneladas de TNT". Raimond Cartier compara a alegria de Truman ao de um galináceo, quando nos diz que ele "cacareja" durante a fala.

Os marinheiros explodem de alegria e aclamações. Os problemas de consciência, angústia, remorso, se reconstituidos e misturados aos do triunfo tornarão falsa a verdade histórica, segundo Eisenhower, que protesta, espontâneamente, considerando o Japão completamente derrotado, e que não havia a necessidade de "colocá-lo de joelhos".

Mas a maioria via na bomba a arma capaz de encerrar a guerra, economizando sangue. E os que deploraram o seu uso contra o Japão, apoiariam o seu uso contra a Alemanha.

Antes de embarcar de volta, Truman anunciou que o mundo havia entrado na era atômica. O Ministro dos Negócios Estrangeiros do Japão, nos Estados Unidos, soube da bomba pelos jornais. Comunicando-se com Tóquio, os militares lhe disseram simplesmente que o estrago havia sido grande.

RENDIÇÃO DO JAPÃO

De Hiroxima ficaram apenas alguns esqueletos de prédios de cimento-armado. O balanço de mortes acusará 78.156 mortos; os feridos chegam a 9.284 e os desaparecidos atingem 13.938, sem contar com os militares, em torno de 4O.OOO, com prováveis 2O.OOO mortes. O QG do 2º Exército, a sede do Comando Territorial do Oeste, e o Hospital - Escola, foram todos destruidos.

A 8 de agosto o almirante Togo foi convocado pelo Imperador Hiroito. O irmão de Hiroito, príncipe e físico, havia presidido uma comissão de cientistas que negou a possibilidade da bomba atômica fi car pronta ainda para a guerra. Mas Hiroshima era uma realidade. Hiroito não vê como prosseguir na guerra. Togo tem esperança de que Molotov receba o Príncipe Konoye e o embaixador Sato, para alguma solução de paz. Mas quando o embaixador Sato é recebido é para receber uma de claração de guerra, da parte de Molotov.

A 9 de agosto 1.5OO aviões americanos da U.S.Navy castigam o norte de Honxu. Os russos tomam a ofensiva na Mandchúria. E uma nova bomba atômica cai sobre Nagasáki, embora destinada a Kokura, salva pelas nuvens que a cobriam. O comandante da bomba de Nagasáki chamava-se Sweney, e era Major. As colinas de Nagasáki atenuaram a maior parte dos efeitos da bomba.

OBS: Nesse exato momento acabou o estoque de bombas, mas esse é um segredo muito bem guardado a sete chaves. Algumas semanas depois é que Hanford e Oak Ridge produziram novas quantidades de material necessário para novas bombas. Tudo isso o mundo ignorava...

Incidente: uma B-29 havia sido abatida pela artilharia japonesa e o seu piloto acreditava que havia outra bomba programada para Tóquio, no dia 12 de agosto, confundindo os militares.

Encontro do Almirante Togo com seus colegas militares, para saber a opinião de cada um sobre o fim da guerra.

Almirante Yonay : "Não"

General Anami :" A batalha suprema, a do Japão, ainda não ocorreu.E a possibilidade de uma invasão pelo mar está abolida. A deposição das armas passa pela preservação da Monarquia, a não ocupação do Japão, e a desmobilização do exército pélo próprio Japão.E ainda, o fato de que os crimes de guerra serem julgados por tribunais japoneses.

General Umazu: "Apoia o General Anami"

Almirante Toyoda:" Apoia o General Anami"

Obs:O General Anami é o Ministro da Guerra. Umazu é o chefe do Estado-Maior do Exército, e Toyoda é chefe do Estado-Maior da Marinha.

Então, ocorre uma reúnião do Conselho Supremo, no abrigo imperial:

MEMBROS PRESENTES

O Primeiro Minstro, o Ministro dos Negócios Estrangeiros , Ministros e chefes de Estados-Maiores da Guerra e da Marinha. Também foi convidado o Presidente do Conselho Privado, o Barão de Hiranuma. A reúnião ocorreu sem formalidades diplomáticas, e foi presidida por Hiroito. Togo, Yonai e Hiranuma aceitaram a capitulação. Anami, Umazu e Toyoda ficaram contra.

A discussão continuou. A 1O de agosto , 2hs da madrugada, o velho almirante Suzuki levanta a mão: " Senhores, discutimos durante horas, quando a decisão que devemos tomar não pode esperar um minuto. Proponho apelarmos para a inspiração imperial e substituir a nossa decisão pela de Sua Majestade, o Imperador". Em seguida prosterna-se diante de Hiroito, que o ordena levantar-se. Em seguida Hiroito censura os militares que sempre lhe prometeram vitórias, enquanto só via resultados decepcionantes. A situação era desfavorável para o Japão, e sem garantias confiáveis a guerra não tinha mais sentido.Já não era possível confiar no seu destino nem no de seu povo. E por fim diz que aceita as condições dos aliados, por duras, humilhantes, e implacáveis, que sejam.

No Ministério dos Negócios Estrangeiros é redigido termo de capitulação com a seguinte observação: " Fica entendido que a Declaração (rendição) não comportará nenhuma exigência com diminuição das prerrogativas de Sua Majestade, o Imperador, como poder soberano". Os termos de Potsdam serão aceitos, com esta observação.

A resposta americana vem pela Legação Suiça, nos seguintes termos: " A partir da capitulação, a autoridade do Imperador ficará subordinada ? do Comandante-Chefe das Forças Armadas". A redação é uma saída encontrada pelo novo secretário de Estado, James Byrner, e que fica entre a de Owen Lattimore, que deseja a perseguição a Hiroito, e os realistas,Grew e Leahy, que desejam a simples capitulação com a manutenção da monarquia.

Em Tóquio, a reação é a seguinte:

Togo aceita a condição dos aliados; Hiranuma recusa (o Estado japonês seria alterado); Anami recusa e conclama o Exército para um sacrifício, acreditando numa possibilidade de vitória; Suszuki,Togo e Yonai são acusados de traidores.

OBS: O Conselho Supremo está envolto na discussão. A 14 de agosto Hiroito intervem, por considerar inevitável a aceitação da condição dos aliados. Agradece o patriotismo, mas o Japão precisa ser salvo. Vai falar com o povo e explicará sua decisão.

Durante a noite estoura uma rebelião militar. O tenente-coronel Hatamaka conduz um grupo de oficiais ao General Mori, comandante da Guarda Imperial e o intima a prender os derrotistas, intimiação que ele recusa e é morto com uma rajada de metralhadora. Os conjurados ocupam a rádio de Tóquio procuram destruir o disco em que Hiroito gravou a mensagem ? nação. As casas de Suzuki e Hiranuma são incendiadas. A população foge, espavorida. Os conjurados estão sem chefe. Anami, ao entrar no Conselho Supremo, rasgou o ventre e fez que lhe fosse cortada a cabeça, como uma maneira de expiar sua oposição ao Imperador.

O general Tanaka, comandante do Exército de Leste, conseque levar calma aos quartéis, e depois pratica "haraquiri", porque também está em desacordo com Hiroito. A ponte de Niju Bush, entrada do Palácio Imperial fica tinta de sangue.

15 de agosto: 15 hs - nas praças, nas aldeias e nas ruínas do Japão, todos ouvem a palavra do Imperador. Numa linguagem formal ele pede que compreendam a rendição, mesmo que seja humilhante. Em alguns quartéis militares cometem suicídio. "Kamikazes" tomam seus aviões e vão se afogar na baia de Tóquio. Alguns vão se postar na ponte Niju Bush, tingem-na de sangue e jamais se levantarão. Aviadores jogam panfletos condenando os traidores e dizendo que a luta continua.

Suzuki está demissionário. Hiroito nomeia seu tio, o Príncipe Higashikuri como Primeiro Ministro. Outros membros da família real são enviados aos exércitos de além mar para tentarem obter calma e obediência militar.

O povo aceita morrer, mas prefere viver. A Dinastia faz opção pelo "Caminho do Sagrado Grou". Todos entendem que o Japão está destruído e a guerra está perdida. A mentira de que o Japão era invencível está desmoralizada. O fanatismo romântico de algumas dezenas de pessoas está paralizado pela inércia de 1OO milhões de outras , para as quais prevalecerá a vida.

O General MacArthur foi designado para receber a capitulação e reorientar a história. De Atsugi até Iocoama 3O.OOO soldados deporão as armas. Depois MacArthur vai para o navio Missouri, aguardar a rendição.

Comissão de Rendição: Manioru Shigemitsu (Ministro (novo) dos Negócios Estrangeiros,que havia perdido uma perna,15 dias antes,em Shangai ; General Umazu, representando as Forças Armadas,e sem o sabre,arma característica de militar ; dois plenipotenciários e nove diplomatas.

Convés do Missouri



Mesa de capitulação

Austrália-----------General Blamy - Nova Zelândia-------Marechal do Ar Isitt... Canadá-----------Coronel More Groves ---China-------General Hsu Yen-Tchang-----Inglaterra----Almirante Frazer ----França--------------General Leclerc ---Países Baixos-------Almirante Helfrich ----URRS----------------General Derevyanko

MacArthur ( Douglas )aparece, seguido pelos Almirantes Nimitz e Halsey. Dois vencidos ilustres são incorporados ? mesa: Percifal (inglês) e derrotado em Cingapura; e Wainwright (americano) que se rendeu em Corregidor.

MacArthur fala. Muito mais que o esperado. Celebra a paz. Repudia todo espírito de ódio ou malícia. Associa os vencidos aos vencedores. Declara o propósito de, de acordo com o país que representa, de proceder com justiça e tolerância. O diplomata Kore nos diz que o Missouri se transformou num "altar da paz", diferente do ambiente sombrio de Reims e Berlim.

9hs.25ms : os japoneses assinam a rendição, pondo fim ? guerra que havia durado 2.194 dias, envolvendo 11O milhões de homens, com 3O ou 4O milhões de mortes, num espaço de 22 milhões de quilômetros quadrados.





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